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sábado, 3 de março de 2012

Nações Unidas com nova interpretação sobre liberdade de expressão e opinião

Excerto da "newsletter" nº40 do Gabinete Para os Meios de Comunicação Social, distribuída em Fevereiro de 2012:
«O Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas adoptou uma nova observação geral sobre o artigo 19 (liberdade de opinião e de expressão) do Pacto Internacional relativo aos Direitos Civis e Políticos (PIDCP). O Comité dos Direitos Humanos é um órgão composto por peritos independentes encarregue de controlar a aplicação do PIDCP por parte dos Estados-Membros, e as observações gerais tratam de temas específicos ou de disposições do Pacto constituindo a principal fonte de interpretação do PIDCP. A nova observação geral - n.º 34, versão preliminar - substitui a precedente observação geral n.º 10 do Comité sobre do artigo 19, adoptada em 1983, que não antecipou a realidade actual de um ambiente das comunicações globalizado e dominado pelas tecnologias que assentam na Internet.
Fonte: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel, Strasbourg. - ISSN 2078-614X. - nº 10 (2011), pp. 8-9.»

sábado, 11 de junho de 2011

Equipa de "comunicação"

"Strauss-Kahn's communications team are all from Euro RSCG, the world's fifth-largest marketing and communications agency. [...] His communications team had spent years crafting a presidential image, and obscuring events and reports that might damage it. Their tactics involved  direct contacts with publishers, writers and journalists to keep supposedly private matters beyond public scrutiny."

domingo, 3 de abril de 2011

Dizem que não têm espaço

«A Al-Jazira não é exibida nas televisões americanas porque não está incluída na oferta de canais das companhias de cabo.  [...] Oficialmente, as companhias de televisão por cabo americanas dizem que não têm espaço para comportar mais um canal ou que não existe público suficiente para justificar a inclusão da Al-Jazira na sua oferta. A Al-Jazira acredita que a relutância das companhias americanas tem a ver com a percepção negativa durante a administração Bush e o receio de perder assinantes se passarem a exibir o canal.»
Reportagem de Kathleen Gomes, Público, hoje; aqui.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Marcar a actualidade e contextualizar

"A journalist's first role is to set the agenda, to get the news out, to put it in perspective, to analyse it and to make it understood."

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"Philosophical mistake"

«In Facebook, as it is with other online social networks, life is turned into a database, and this is a degradation, Lanier argues, which is "based on [a] philosophical mistake…the belief that computers can presently represent human thought or human relationships. These are things computers cannot currently do."»
The New York Review of Books, aqui

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

"Uma conversa com qualquer pessoa"

"A Estátua da Liberdade tem escrito: "Venham a mim os vossos pobres, as vossas massas apinhadas...". Larry King também é um pouco assim. "Dai-nos as vossas estrelas pop, os vossos líderes políticos. Eu sentar-me-ei e terei uma conversa com qualquer pessoa." Essa é uma das razões porque ele durou tanto tempo", diz Robert Thompson [professor e director do Centro de Televisão e Cultura Popular da Universidade de Syracuse].

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A nossa desgraça

Não é a WikiLeaks que vai matar o jornalismo. Nem o iPad. Nem as redes sociais na Internet. Nem as agências de comunicação. Nem os bloqueios das "assessorias".

O que deixa o jornalismo ferido de morte são os jornalistas que nas suas publicações consentem a presença de toda a sorte de curiosos e interesseiros, arrivistas e amiguistas, que exercem as funções de jornalista à margem de todas as leis e códigos éticos. Uma gente que infesta os jornais com a sua própria agenda, que não sabe o que sejam conflitos de interesses, que hoje ganha dinheiro com o negócio "x" e amanhã assina notícias benévolas sobre esse negócio. Mão-de-obra barata, solícita e criminosa.

A morte do artista está nisto e em mais coisa nenhuma.

domingo, 28 de novembro de 2010

WikiLeaks

"El alcance de estas revelaciones es de tal calibre que, seguramente, se podrá hablar de un antes y un después en lo que respecta a los hábitos diplomáticos. Esta filtración puede acabar con una era de la política exterior: los métodos tradicionales de comunicación y las prácticas empleadas para la consecución de información quedan en entredicho a partir de ahora."

domingo, 26 de setembro de 2010

A pergunta

"¿Cuál es el secreto de una buena pregunta? 
Que sea inesperada. Se trata de sacar a los personajes de sus casillas, de lo que se espera de ellos. Una entrevista nunca se puede convertir en un peloteo de pimpón. Hay que mandar una bola de vez en cuando a la esquina, adonde le cueste trabajo a tu oponente devolverla. En eso, la maestra era Orianna Fallacci."
David Remnick, director da New Yorker; aqui.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

"Free speech"

"Iceland's parliament voted Thursday to create what supporters hope will be the world's strongest protections for free speech and journalism"

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Amanhã

Conferência internacional "Pierre Klossowski e os Poderes da Imagem", organizada no Museu Berardo pelo Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens. Aqui

Legenda: Roberte et les Barres Parallèles nº 8 (1984), de Pierre Klossowski (Museu Colecção Berardo).

terça-feira, 13 de abril de 2010

Qualidade do jornalismo

"Oito em cada dez jornalistas seniores da Europa, Médio Oriente e África já sentiram as consequências dos cortes de custos nas redacções devido à crise económica e consideram que a qualidade do jornalismo diminuiu."
Público

terça-feira, 23 de março de 2010

Novo número da revista A23



(com suplemento satírico)


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Extinção

Público, ontem:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Croissant acompanhado a vodka

"Arrumei o aparelho a um canto e nunca mais o abri, com uma excepção, o programa dominical de Marcelo Rebelo de Sousa, de que sou uma telespectadora fanática. Desde há cinco anos que eu, que jamais deglutira uma refeição diante de um aparelho de televisão, janto um croissant acompanhado a vodka, enquanto ouço as suas "escolhas" dominicais."
Maria Filomena Mónica no i

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Mercenários, arrivistas, criados profissionais

"O jornalismo é uma besta porque não conta o que acontece, e é uma besta porque conta o que acontece. Nós, jornalistas, somos a besta de todos vós, e assinamos por baixo ou por cima. Margarida Mota, minha cúmplice no Expresso, lembrou-me que há uma expressão para isto: costas largas. (...) E o espírito do esgoto derrama, cobre-nos com a sua porcaria: mercenários, arrivistas, criados profissionais a fazerem do jornalismo o bobo, o bombo, a besta."
[Alexandra Lucas Coelho, Público, 25 de Outubro]

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Memória e experiência

Sente que o exercício do jornalismo é hoje mais complicado em Portugal?
É cada vez mais complicado de facto, não propriamente pelo aumento de tentativas de condicionar a boa prática jornalística, mas pelas novas formas como são feitas. Nós hoje temos uma profissionalização das fontes de informação, ou seja, muita da informação que nos chega às mãos passa por agências de comunicação que trabalham com todos os sectores: do empresarial, ao cultural, político, ambiental, enfim, há uma informação que nos chega filtrada, embrulhada num lindo pacote, sem mácula, e com um cartão que diz, ora aqui tens uma informação que é importante passar para o público porque é do interesse do público saber que existe. E não é assim, porque as agências ou os gabinetes de comunicação trabalham com profissionais de marketing, antigos jornalistas e outros que sabem exactamente como funciona a lógica das redacções. E tudo isto faz parte do xadrez em que vivemos. Por isso é que é tão importante haver nas redacções profissionais bem preparados, perspicazes, que tenham memória, e isto é de facto muito importante: memória e experiência, para que se perceba desde logo o que é do interesse de grupos particulares e o que é de interesse público. É só isso que está em causa no papel do jornalista e é para isso que o jornalista trabalha, para o público. Para uma sociedade mais informada e, portanto, com menos margem para ser manipulada.

[Clara de Sousa, no jornal i, hoje; aqui] foto não creditada no site do jornal

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Exigência omnívora

"Nas questões de fundo que realmente podem pôr em causa a liberdade de imprensa, as pessoas passam por elas como gato sobre brasas. Por exemplo, a precariedade do emprego: seria interessante ver os níveis médios de remuneração do jornalismo português. Sei de pessoas que trabalham dez anos num jornal e recebem 1000 ou 1200 euros. Um jornalista assim terá dificuldade em ser independente. (...) A construção de uma peça exige tempo, reflexão, especialização, mas hoje o jornalismo está confrontado com uma exigência omnívora: o jornalista tem de tocar em economia, política, sociedade, fazer isto e aquilo para amanhã e adaptar o texto para vários formatos. Esses aspectos sim, põem em causa a capacidade de fazer a investigação e respeitar princípios básicos da profissão, como o contraditório, ou evitar o anonimato das fontes - que era uma excepção e agora é regra."
[Azeredo Lopes, presidente da Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), em entrevista ao jornal i, ontem, aqui]

domingo, 9 de agosto de 2009

TVI e as notícias que favorecem o Governo

O Jornal Nacional da TVI é aquele que, [de] entre os espaços de informação dos canais generalistas que vão para o ar às 20h, apresenta uma maior incidência de notícias favoráveis [ao] Governo, sendo também a informação com um maior peso de notícias desfavoráveis sobre o PSD. As conclusões são do relatório de regulação de 2008 da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). (...) "Os membros do Governo são apresentados com tom/valência mais favorável em 32,3% na TVI, 30,3% na RTP1 e 28% na SIC", lê-se no relatório ontem publicado pela ERC e que analisou 1377 peças da RTP, 1492 da SIC e 1220 emitidas pela TVI.
[notícia do jornal i, ontem]

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Liberalismo moral

"Há em todas estas atitudes de "purificação" uma ingenuidade característica de algumas formas de liberalismo moral (obviamente não estranhas aos sobressaltos do liberalismo económico): acredita-se, ou quer fazer-se acreditar, que as imagens existem à nossa volta como formas potenciais de contaminação e, mais especificamente, de imitação."
[João Lopes, DN, domingo, 2]