«O Comité dos Direitos Humanos das Nações Unidas adoptou uma nova observação geral sobre o artigo 19 (liberdade de opinião e de expressão) do Pacto Internacional relativo aos Direitos Civis e Políticos (PIDCP). O Comité dos Direitos Humanos é um órgão composto por peritos independentes encarregue de controlar a aplicação do PIDCP por parte dos Estados-Membros, e as observações gerais tratam de temas específicos ou de disposições do Pacto constituindo a principal fonte de interpretação do PIDCP. A nova observação geral - n.º 34, versão preliminar - substitui a precedente observação geral n.º 10 do Comité sobre do artigo 19, adoptada em 1983, que não antecipou a realidade actual de um ambiente das comunicações globalizado e dominado pelas tecnologias que assentam na Internet.Fonte: IRIS : Observations Juridiques de L'Observatoire Européen de L'Audiovisuel, Strasbourg. - ISSN 2078-614X. - nº 10 (2011), pp. 8-9.»
sábado, 3 de março de 2012
Nações Unidas com nova interpretação sobre liberdade de expressão e opinião
sábado, 11 de junho de 2011
Equipa de "comunicação"
domingo, 3 de abril de 2011
Dizem que não têm espaço
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Marcar a actualidade e contextualizar
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
"Philosophical mistake"
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
"Uma conversa com qualquer pessoa"
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
A nossa desgraça
domingo, 28 de novembro de 2010
WikiLeaks
domingo, 26 de setembro de 2010
A pergunta
sexta-feira, 18 de junho de 2010
"Free speech"
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Amanhã
Conferência internacional "Pierre Klossowski e os Poderes da Imagem", organizada no Museu Berardo pelo Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens. Aquiterça-feira, 13 de abril de 2010
Qualidade do jornalismo
Público
terça-feira, 23 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Croissant acompanhado a vodka
Maria Filomena Mónica no i
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Mercenários, arrivistas, criados profissionais
[Alexandra Lucas Coelho, Público, 25 de Outubro]
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Memória e experiência

Sente que o exercício do jornalismo é hoje mais complicado em Portugal?
É cada vez mais complicado de facto, não propriamente pelo aumento de tentativas de condicionar a boa prática jornalística, mas pelas novas formas como são feitas. Nós hoje temos uma profissionalização das fontes de informação, ou seja, muita da informação que nos chega às mãos passa por agências de comunicação que trabalham com todos os sectores: do empresarial, ao cultural, político, ambiental, enfim, há uma informação que nos chega filtrada, embrulhada num lindo pacote, sem mácula, e com um cartão que diz, ora aqui tens uma informação que é importante passar para o público porque é do interesse do público saber que existe. E não é assim, porque as agências ou os gabinetes de comunicação trabalham com profissionais de marketing, antigos jornalistas e outros que sabem exactamente como funciona a lógica das redacções. E tudo isto faz parte do xadrez em que vivemos. Por isso é que é tão importante haver nas redacções profissionais bem preparados, perspicazes, que tenham memória, e isto é de facto muito importante: memória e experiência, para que se perceba desde logo o que é do interesse de grupos particulares e o que é de interesse público. É só isso que está em causa no papel do jornalista e é para isso que o jornalista trabalha, para o público. Para uma sociedade mais informada e, portanto, com menos margem para ser manipulada.
[Clara de Sousa, no jornal i, hoje; aqui] foto não creditada no site do jornal
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Exigência omnívora
domingo, 9 de agosto de 2009
TVI e as notícias que favorecem o Governo
O Jornal Nacional da TVI é aquele que, [de] entre os espaços de informação dos canais generalistas que vão para o ar às 20h, apresenta uma maior incidência de notícias favoráveis [ao] Governo, sendo também a informação com um maior peso de notícias desfavoráveis sobre o PSD. As conclusões são do relatório de regulação de 2008 da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). (...) "Os membros do Governo são apresentados com tom/valência mais favorável em 32,3% na TVI, 30,3% na RTP1 e 28% na SIC", lê-se no relatório ontem publicado pela ERC e que analisou 1377 peças da RTP, 1492 da SIC e 1220 emitidas pela TVI.segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Liberalismo moral

[João Lopes, DN, domingo, 2]



