Marlene Dietrich, em 1972:
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Desânimo e democracia
"A mulher sai do emprego, corre às compras no supermercado, coloca-se, desanimada e democrática, na bicha do autocarro. O autocarro está pontualmente atrasado. As pessoas consultam os relógios de pulso. Começam as conversas, desencadeiam-se as lamúrias, cruzam-se os queixumes. As mulheres entram carregadas. Observam-se, formais e cristãs; atentas ao penteado, aos sapatos, às roupas da outra. O autocarro, já muito cheiroso, fica invadido de bafos."
Baptista-Bastos, no "Diário de Notícias", hoje.
Baptista-Bastos, no "Diário de Notícias", hoje.
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terça-feira, 20 de novembro de 2007
Lésbicas americanas adoradas em Lisboa
Na "Time Out Lisboa" de 14 de Novembro; excerto:'Do ponto de vista da maternidade e dos preconceitos sociais a série ["A Letra L"] é “muito realista”, diz Clara Carvalho, activista da associação lésbica Clube Safo. No entanto, avisa, é preciso cuidado ao olhar aquelas mulheres. “Elas são todas bonitas e ricas e saem muito à noite. As lésbicas não são todas assim. Como se trata de uma série de televisão é normal que se apresentem estereótipos”, admite.'
Artigo completo aqui.
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segunda-feira, 19 de novembro de 2007
O horóscopo de Sócrates
Fiquei a pensar no que Vasco Pulido Valente diz sobre José Sócrates, na entrevista ao Expresso, publicada este sábado: que Sócrates não ficará na História , porque "é de uma pavorosa mediocridade". "É um homem que tem uma linha de pensamento convencional" e que "reproduz todos os lugares-comuns deste tempo".
A 6 de Novembro, nesse famosíssimo primeiro dia do debate sobre o Orçamento de Estado, Sócrates disse: "Não acredito em astros nem em astrologia. Não me dedico a essa ciência e não acredito em conjugação de astros que favoreçam o debate político." (está documentado no Diário da Assembleia da República, com data de 7 de Novembro, aqui).
Agora, ao ler o que pensa Pulido Valente sobre ele, encaixei muito melhor o disparate (não inédito na boca de primeiros-ministros portugueses, aliás).
A 6 de Novembro, nesse famosíssimo primeiro dia do debate sobre o Orçamento de Estado, Sócrates disse: "Não acredito em astros nem em astrologia. Não me dedico a essa ciência e não acredito em conjugação de astros que favoreçam o debate político." (está documentado no Diário da Assembleia da República, com data de 7 de Novembro, aqui).
Agora, ao ler o que pensa Pulido Valente sobre ele, encaixei muito melhor o disparate (não inédito na boca de primeiros-ministros portugueses, aliás).
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domingo, 18 de novembro de 2007
sábado, 17 de novembro de 2007
Uma televisão, uma varinha mágica e camisas
A reportagem de Paulo Moura, no "Público" do dia 15, não podia ser mais aterradora. Uma mulher, Maria das Dores, é acusada de ter mandado matar o marido, o empresário Paulo Cruz. Um brasileiro e um cabo-verdiano (não será despicienda, aqui, a identificação da nacionalidade) começaram esta semana a responder no Tribunal da Boa Hora, em Lisboa, juntamente com ela, por alegado homicídio:
"Quem cometeu o crime foi Horta. Ele, Silva, limitou-se a colocar um saco de plástico na cabeça da vítima, já morta, 'para que não fosse reconhecida'. Não obstante, recebeu 3 mil euros de Maria das Dores, com quem se encontraram logo a seguir, que dividiu com Horta. Com a sua parte, comprou, nesse mesmo dia, uma televisão, uma varinha mágica e camisas."
"Quem cometeu o crime foi Horta. Ele, Silva, limitou-se a colocar um saco de plástico na cabeça da vítima, já morta, 'para que não fosse reconhecida'. Não obstante, recebeu 3 mil euros de Maria das Dores, com quem se encontraram logo a seguir, que dividiu com Horta. Com a sua parte, comprou, nesse mesmo dia, uma televisão, uma varinha mágica e camisas."
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Desembraço emocional
"Lots of journalism writing is bad because the pressure of being a good writer is not the first talent you need to be a good journalist. The first talent you need is the emotional readiness to introduce yourself to strangers and pick their brains."
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