"Há três razões contra a pretensa unificação ortográfica da língua portuguesa: primeiro, não há harmonia ortográfica nos países de língua inglesa, francesa ou espanhola; segundo, o acordo não unifica as ortografias, pois os portugueses continuariam a escrever "facto" e "género", e os brasileiros "fato" e "gênero"; terceiro, mesmo que unificasse a ortografia, o acordo não unificaria o léxico, a sintaxe ou a semântica: no Brasil os autocarros chamam-se "ônibus" e os comboios "trens", e muitas mais variações semânticas existirão, e ainda bem, no português cabo-verdiano, angolano, etc. Em conclusão, o acordo pretende-se unificador, mas nada unifica."... o que já se tinha dito aqui.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Contra o Acordo Ortográfico
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Historieta num carro de praça
"Vejam lá o que aqui vai só porque o menino não quer esperar para jantar", diz um taxista, obrigado a parar num semáforo verde, às nove da noite, por dois batedores da polícia que abrem alas a cinco ou seis carrões com embaixador ou governante dentro. "Para ir jantar ou para ir às putas", diz-lhe do banco de trás um cliente. "Para ir às putas ou ao Parque Eduardo VII levar no cu", reinveste o condutor.(foto daqui)
domingo, 20 de abril de 2008
Problemas de saúde
- um excerto do livro de John Prescott, onde ele diz que sofreu de bulimia:
I haven’t suffered from bulimia for more than a year now. I try to exercise in the gym for 45 minutes every day. My weight, though, is still over 15 stone — as I do love my food — but I try not to snackbetween meals and to eat at sensible times. I’m sure it was to do with stress.- regresso de Edwin Collins, que esteve às portas da morte há três anos:
Now, after learning how to walk again and continuing to learn how to talk, read and write, he is embarking on a tour: eight gigs across the UK, spread over 13 days- kjjh
sábado, 12 de abril de 2008
Lista negra
MOTA-ENGIL
Jorge Coelho Foi ministro do Equipamento Social entre 1999 e 2001. A Mota contratou-o para presidente-executivo. Coelho é consultor da Martifer, detida em 37,5% pela Mota.
Luís Parreirão
Era o secretário de Estado das Obras Publicas de Jorge Coelho, e é o responsável pela área de concessões da Mota há 6 anos.
Luís Valente de Oliveira
É catedrático. Foi ministro várias vezes, a última no Governo de Barroso nas Obras Públicas. É administrador independente da Mota-Engil.
LUSOPONTE
Joaquim Ferreira do Amaral Foi ministro três vezes desde 1984, primeiro do Comércio e Turismo e depois das Obras Públicas. Desde 1995 passou pela Cimianto, Engil, Inapa e Galp. É presidente da Lusoponte e administrador não-executivo da Semapa.
SOCIEDADE LUSA DE NEGÓCIOS/BPN
Manuel Dias Loureiro Foi ministro dos Assuntos Parlamentares e da Administração Interna até 1995. Passou pela Jerónimo Martins, foi administrador da SNL e do BPN e presidente da Plêiade. Hoje é presidente da SPPM, empresa da SLN e da DL - Gestão e Consultoria.
IBERDROLA
Joaquim Pina Moura Foi ministro da Economia e das Finanças até 2001. Pouco depois torna-se presidente da Iberdrola Portugal, administrador da Galp e consultor do BCP. Mantém-se presidente da Iberdrola, é administrador da Neoenergia, da Eléctrica da Guatemala e é «chairman» da Media Capital.
EDP
António Mexia Foi administrador do BESI, antes de se ter tornado administrador da Transgás e presidente da Galp, Teve no Governo de Santana a pasta das Obras Públicas. É presidente da EDP.
GALP
Fernando Gomes Foi secretário de Estado de Soares, presidente da Câmara do Porto e ministro da Administração Interna de Guterres. É administrador da Galp.
SAPEC - GRUPO MELLO
Eduardo Catroga Foi ministro da Economia entre 1991 e 1995. Hoje é presidente do grupo SAPEC, administrador do Finantia e membro do conselho de supervisão da EDP.
BRISA
António Nogueira Leite Economista e secretário de Estado das Finanças de António Guterres. É administrador da Brisa, Efacec e Reditus.
EFACEC
Luís Filipe Pereira Foi secretário de Estado dos governos de Cavaco Silva e ministro da Saúde do Governo de Pedro Santana Lopes. Antes de ser ministro era responsável pela área da saúde do grupo Mello. É presidente da Efacec.
ENDESA
Nuno Ribeiro da Silva Exerceu cargos políticos entre 1985 e 1996. Foi assessor no Ambiente, secretário de Estado da Energia e deputado do PSD. Trabalhou como consultor da EDP, CP, Partex e Somague. É presidente da Endesa desde 2005.
O sector da banca é tratado noutro artigo do "Expresso". Seria cómico se não fosse trágico:
"Nomes relevantes como os dos socialistas Vítor Constâncio (BPI) e António Vitorino (Santander-Totta) e dos sociais-democratas Fernando Nogueira (BCP), Mira Amaral (BPI/CGD), Miguel Beleza (BCP), Manuela Ferreira Leite (Santander-Totta), Miguel Cadilhe (BCP), Manuel Dias Loureiro (BPN) e Carlos Tavares (CGD/BPSM/BTA) ou Bagão Félix (BCP) foram ou são ainda membros de órgãos sociais da banca privada portuguesa. (...) Há casos em que chegam mesmo a posições tão relevantes como a de presidente do maior banco privado, como aconteceu com Paulo Teixeira Pinto, ex-secretário de Estado da Presidência e porta-voz de Cavaco Silva.
(...) A CGD tem habitualmente como presidente alguém que já foi um destacado actor político: Rui Vilar (PS), João Salgueiro (PSD) e António de Sousa (PSD) são alguns dos exemplos. Na Caixa há sempre administradores que foram ministros, mais recentemente os casos mais notados foram os de Celeste Cardona (CDS-PP) e de Armando Vara (PS), hoje administrador do BCP."
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Discutir a precariedade
No dia em que o trabalho precário é discutido na Assembleia da República, o Sindicato dos Jornalistas anuncia um Encontro Nacional de Jornalistas Freelance e Precários, a realizar em Lisboa, no dia 3 de Maio.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
Contou ao filho para que a memória não morresse

Gravuras de arte rupestre, cuja origem se situará no período do Calcolítico e Idade do Bronze inicial, foram encontradas num eucaliptal de Vilar de Besteiros, concelho de Tondela, por um caçador, que as manteve em segredo durante 15 anos. (...) Revelou o segredo apenas a um filho seu, com receio de que lhe acontecesse alguma coisa e "não houvesse um herdeiro conhecedor deste achado".O texto é de Ana Maria Ferreira. O "Público" publicou-o hoje. O Portugal Diário também, mas, infelizmente, não incluiu aquele pormenor magnífico.
Jorge Coelho Foi ministro do Equipamento Social entre 1999 e 2001. A Mota contratou-o para presidente-executivo. Coelho é consultor da Martifer, detida em 37,5% pela Mota.