Catarina lembra a história de um "actor conhecido de novelas" que entrou numa after privada aos gritos: "DROOO-GA. Onde é que há DRO-GA?! QUERO DROGA". E que, de repente, caiu redondo no chão. "Apanhámos um susto. Tivemos que o levar para o hospital, mas ele acabou por ficar bem", recorda.
domingo, 4 de maio de 2008
Vidas degradantes (ou como ser toxicodependente está na moda)
sábado, 3 de maio de 2008
Manha de sociólogo
O que surpreende é a forma como o Instituto de Ciências Sociais (ICS), autor do estudo, o distribuiu cirurgicamente pela imprensa de hoje. Ao "Público" coube a questão dos gays. Ao "Diário de Notícias" a questão da sida. E ambas com direito a manchete. À primeira vista, isso pode significar, entre outras coisas, que o ICS não avisou um da notícia que tinha "vendido" ao outro e só apresentou a cada parte o tema específico que queria ver noticiado, em vez do estudo completo.
Que metodologia mais sinistra para sociólogos que se querem respeitáveis.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Delgado não foi morto a tiro
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Santana queimado vivo
O Santana Lopes não quer trabalhar consigo, depois do que aconteceu no Parlamento...
Vou dizer-lhe o que aconteceu no Parlamento. Fui lá ter uma reunião, com seis pessoas, e o Ribau Esteves disse: "Estes são os serviços que a CVA presta ao partido. Quais é que o grupo parlamentar quer?" E eu perguntei: "Esta reunião é privada? É só entre nós?" Responderam: "É, sim senhor." Então eu apontei duas ou três coisas que me pareciam estar erradas na comunicação.Quem estava na reunião?
Pedro Santana Lopes, a chefe de gabinete dele, um assessor de imprensa do Parlamento, Zeca Mendonça, Ribau Esteves, eu e um colaborador meu. Ainda não tinha descido as escadas para entrar no meu carro, já estavam três jornalistas a telefonar-me e a contar-me tudo o que se passou na reunião. No dia seguinte, o Correio da Manhã dizia: "Cunha Vaz vai ao Parlamento ensinar deputados a falar." O Santana Lopes viu aquilo e pensou: é preciso desmentir. Quando lhe perguntaram, respondeu, com o seu ar bonacheirão: "Out of the question. Nenhuma agência de comunicação vai mandar nos deputados." Eu faria o mesmo. Mas, como somos amigos, tivemos, a seguir, uma conversa. Perguntei-lhe: "Pedro, porquê esta reacção?" Ele respondeu: "António, lê as notícias."Mas disse ou não que ia ensinar os deputados a falar?
Era uma reunião fechada, secreta. Mas alguém saiu dali e foi contar tudo aos jornalistas. A coisa espalhou-se e os deputados do dr. Mendes, que não gostam de mim nem com molho de tomate, alguns com toda a razão, porque eu lhes disse que eram tão incompetentes que não teriam emprego na CVA, começaram a inventar que eu tinha dito isto e aquilo.Sabe quem foi o delator?
A propósito, vale a pena ler isto.
Claro que sei. Mas como eu não quero apenas parecer sério, sou mesmo sério, não posso dizer. Porque, no dia em que eu violar o sigilo com um cliente, perco a confiança dos clientes todos. Mas posso dizer que se trata de um indivíduo que serve a vários senhores ao mesmo tempo. E não se pode amar a vários senhores ao mesmo tempo.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Contra o Acordo Ortográfico
"Há três razões contra a pretensa unificação ortográfica da língua portuguesa: primeiro, não há harmonia ortográfica nos países de língua inglesa, francesa ou espanhola; segundo, o acordo não unifica as ortografias, pois os portugueses continuariam a escrever "facto" e "género", e os brasileiros "fato" e "gênero"; terceiro, mesmo que unificasse a ortografia, o acordo não unificaria o léxico, a sintaxe ou a semântica: no Brasil os autocarros chamam-se "ônibus" e os comboios "trens", e muitas mais variações semânticas existirão, e ainda bem, no português cabo-verdiano, angolano, etc. Em conclusão, o acordo pretende-se unificador, mas nada unifica."... o que já se tinha dito aqui.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Historieta num carro de praça
"Vejam lá o que aqui vai só porque o menino não quer esperar para jantar", diz um taxista, obrigado a parar num semáforo verde, às nove da noite, por dois batedores da polícia que abrem alas a cinco ou seis carrões com embaixador ou governante dentro. "Para ir jantar ou para ir às putas", diz-lhe do banco de trás um cliente. "Para ir às putas ou ao Parque Eduardo VII levar no cu", reinveste o condutor.(foto daqui)
domingo, 20 de abril de 2008
Problemas de saúde
- um excerto do livro de John Prescott, onde ele diz que sofreu de bulimia:
I haven’t suffered from bulimia for more than a year now. I try to exercise in the gym for 45 minutes every day. My weight, though, is still over 15 stone — as I do love my food — but I try not to snackbetween meals and to eat at sensible times. I’m sure it was to do with stress.- regresso de Edwin Collins, que esteve às portas da morte há três anos:
Now, after learning how to walk again and continuing to learn how to talk, read and write, he is embarking on a tour: eight gigs across the UK, spread over 13 days- kjjh