O Google está a publicar online o arquivo fotográfico da "Life". Parece que ao todo são 10 milhões de fotos. Mas, para já, só estão disponíveis dois milhões. Aqui. A "Life" apareceu em 1883, diz a Wikipedia. Foi semanal, foi mensal, abriu, fechou, mudou de mãos. Encerrou definitivamente no ano passado. Até ver. Se se pesquisar a palavra "Portugal" no 'site' Google/Life só aparecem 200 fotos velhas e relhas. Figuras públicas portuguesas só lá estão o marechal Carmona e esta personagem (há gralha na legenda e tudo):Antonio de Olivera Salazar sitting at his desk. Lisbon, Portugal, 1940. Photographer: Bernard Hoffman.
"I'm just back home from my latest ski expedition to Kangchenjunga (8586m) in Nepal. Together with my Norwegian partner Jörgen Aamot I tried to make the first ski descent of the third highest mountain in the world. Unfortunately we were forced back by heavy snowfall and had to give up the summit. Anyway, the expedition gave me good confidence for the future and I will be back next year to make a new attempt on Kangchenjunga." - Fredrik Ericsson
"Quando a rebeldia psicadélica ainda está na moda, embora a LSD e as suas afins comecem a parecer excessivas para os novos tempos, reaparece a cocaína como droga «adulta» e inclusivamente «cortês». (...) Os seus consumidores, em 1970, são uns cinco milhões de norte-americanos, que adquirem cocaína bastante pura a preços acessíveis, com poucos casos de intoxicação. (...) Bastam dois anos para que os cinco milhões de iniciados se convertam em mais de 30. (...) Tal como a heroína socializa o mal-estar, a cocaína socializa o bem-estar ao nível mais ostensivo, no espelho em que se olha quem a aspira usando uma nota de cem dólares ou um pequeno tubo de ouro, sentindo-se introduzido numa selecta atmosfera de prazer e mudanidade. É também um modo de imitar os marginais sem se marginalizar, com uma substância que não ameaça levar de «viagem» e faz parte da aura dos triunfadores, usada por artistas, executivos e políticos para se manterem onde estão". (pp. 161 e 162)
"Estão a fazer um grande escândalo à volta do Acordo Ortográfico. Para mim, é perder tempo discutir estas questões. Só se houver um acordo radical para escrever da mesma forma em todos os países ou, então, não vale nada." - Pepetela, hoje, aqui. No fundo, a pergunta permanece: para que serve a uniformização agora proposta se ela é do domínio da ortografia e não do da sintaxe e a sintaxe vai permanecer diversa em cada país da lusofonia?
"Os factos têm vindo a falar por si: ao longo dos últimos anos, as peças-chave dessa esquerda que nunca se identificou com Sócrates têm vindo a ser paulatinamente ‘aniquiladas’. Tudo começou ainda em 2004, com Vieira da Silva, braço-direito de Ferro Rodrigues, a aceitar integrar a direcção do então recém-eleito líder socialista José Sócrates. Prosseguiu com a sua inclusão (e a de Augusto Santos Silva, que apoiara Alegre no Congresso de Guimarães) no Governo; e com a chamada de Alberto Martins (outro alegrista) à liderança do grupo parlamentar. Ferro foi ‘exilado’ para a OCDE, seguiu-se-lhe João Cravinho, ‘convidado’ para um lugar na administração do Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento, em Londres. Por cá ficou ainda Manuel Maria Carrilho, que toma posse, em Janeiro, como embaixador na UNESCO." (Excerto da notícia "Esquerda do PS não acredita em Manuel Alegre como salvador", de Cristina Figueiredo, no "Expresso" de hoje.)
O livro "Segredos Culinários de Maria Callas - Histórias, Receitas e Sabores" é apresentado hoje, ao fim da tarde, no Teatro Nacional de de São Carlos, em Lisboa. É uma edição da Assírio & Alvim e aparece dois anos depois de o original ter saído em Itália. Em Dezembro de 2006, a "Sábado" dava conta da publicação de "La Divina in Cucina":