terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Rushdie na casa de McEwan

"Nunca me vou esquecer — na manhã seguinte acordámos cedo. Ele tinha que estar sempre a fugir. Foram tempos terríveis para ele”.

Notícia do Público

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Na casa abandonada

A foto vencedora do World Press Photo 2008 mostra um polícia a revistar uma casa abandonada nos EUA. Foi feita por Anthony Suau, fotógrafo americano que trabalha fez este trabalho para a "Time".
Biografia aqui.
Notícia aqui.
'Site' oficial do fotógrafo aqui.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Católicos homossexuais reúnem-se em Lisboa

Quantos engates são permitidos a um homossexual católico? Muito poucos. “Certas situações não são próprias ao homem”, diz José. “Condenamos o engate atrás de engate, tanto em homo como em heterossexuais. Na nossa perspectiva católica isso não faz sentido. A Bíblia refere, e bem, que ‘muitos caminhos se abrem ao homem, nem todos porém lhe convêm’. Não temos atitude persecutória, mas explicamos o nosso ponto de vista a quem nos contacta.”
A opinião é conservadora, mas, ao contrário do que se poderia supor, José (nome falso, para protecção de identidade) não é membro da hierarquia da Igreja. Aos 39 anos, este católico praticante é, antes, responsável pelo grupo Rumos Novos, primeiro e único grupo católico homossexual em Portugal. (...)
[na "Time Out Lisboa" de 11 de Fevereiro; artigo completo aqui]

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Danos colaterais

"O caso Dreyfus, como muitos outros antes e depois dele, mostra o ladro negro do poder do sistema judicial. Quando um sistema criado para certificar a procura e o triunfo da verdade despreza a verdade e funciona como se estivesse acima das leis por cujo cumprimento lhe cumpre zelar, instrumentalizando o extraordinário poder que lhe é conferido, não há Estado de Direito."

Fernanda Câncio, DN, 30 de Janeiro


"Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus."

Mário Crespo, JN, hoje


“É o autor desta amálgama um jornalista? e ainda por cima visto como um alegado expoente desse mister? que tristeza -- que máxima tristeza.”

Fernanda Câncio, Jugular, hoje


"Quem e o que é que representa ou julga representar a jornalista Câncio no PS? E representa o que representa enquanto 'jornalista'? É procuradora-geral dessa agremiação para calar jornalistas dissonantes? Quem é que esta espécie de pidezeca julga que é para querer silenciar os seus colegas?"

Carlos Vidal, “5Dias”, hoje


E mais esta pérola:

"Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal."

Mário Crespo, JN, hoje

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Alegações interessadas

"Creio que a maior parte dos jornalistas se torna muito defensiva quando os seus acusadores são provenientes das fileiras dos superprivilegiados: as grandes empresas, as instituições públicas, as figuras políticas. (...) Parece que tanto os jornalistas como os editores entram nestas disputas com uma defesa baixa. Afastam as queixas com o argumento de que são alegações interessadas. (...) Não se interrogam: 'Será possível que tenham alguma razão?'".
[Daniel Okrent, O Provedor, Edições 70, 2008; p. 34]

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

A normalidade do sexo

With award-winning hypocrisy, Milk bundles Milk’s sexuality out of sight. This movie, far from ‘destroying every closet door’, builds a brand new bullet-proof one around it’s subject’s sex-life. (...)
Why is the closet-busting film about Harvey Milk so fearful of its subject’s own sex-life? His own masculinity? (...) Probably the main reason why his sexuality has been bundled back in the closet is because that’s what today’s US gay rights campaigners are doing with gay male sexuality itself in their crusade for gay marriage. In order to try and persuade an unconvinced American public to support gay marriage under the rubric of equality, gay male relationships are being presented, rather disingenuously, as ‘just the same’ as male-female ones.
Mark Simpson aqui

Fetiche da agenda

"O jornalista enquanto profissional está sufocado pelo fetiche da agenda. A repetição insistente das informações já ditas é uma via de mão dupla, tal como se fosse o novo pharmacon do jornalismo: é o remédio para os bolsos dos patrões, já que economizam ao manter apenas microredações "copiadoras", e também é o veneno da profissão, pois para apenas reproduzir a informação, o jornalista, enquanto profissional criativo, se torna desnecessário."
Observatório da Imprensa do Brasil (aqui) - via Clube de Jornalistas