sábado, 28 de fevereiro de 2009
Estrela da rádio
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Fotos dos caixões
[International Herald Tribune, ontem, aqui]
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Os silêncios e os rapazes
Em 1944 há uma ordem de serviço da Mocidade Portuguesa que determina a expulsão de dois dirigentes. Um por “não ter sabido honrar o uniforme”. O outro por “falta de idoneidade moral”. Que significam estes eufemismos? “Admito que se tratasse de casos de pederastia ou de homossexualidade, admito, mas não encontrei provas”, diz à Time Out o jornalista Joaquim Vieira, 58 anos, autor do livro ‘Mocidade Portuguesa’, recentemente publicado (ed. Esfera dos Livros).
(...) Ao mesmo tempo que ‘militarizava’ a população masculina, a organização pretendia que os rapazes entre os sete e os 25 anos colocassem no centro das suas vidas a ideologia do regime, a religião católica e, principalmente, a cultura física. Entre 200 a 500 mil rapazes em idade escolar eram todos os anos chamados à organização. Algumas das fotos mostram essa dimensão física. E sobre elas não será difícil fazer uma leitura homoerótica. Contactado pela Time Out, o historiador Fernando Rosas, especialista no Estado Novo, assegura que essa leitura faz todo o sentido. “O culto do corpo, da juventude e da raça, tal como na Juventude Hitleriana, remete para uma perspectiva homossexual e por vezes erótica”, explica. De resto, a expulsão de um dirigente por “falta de idoneidade moral” é, para o historiador, “o exemplo acabado da linguagem oficial da época para casos de práticas pedófilas ou homossexuais”.
[Na "Time Out Lisboa", ontem; excerto; artigo completo aqui]
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Menos jornais, mais corrupção
[Paul Starr, The New Republic de 4 de Março, aqui]
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Um futurismo chinês


Raintree1969 é o nome do artista autor destas colagens, identificado no Flickr como natural da Formosa.Descobertas no blogue de Slava Mogutin.
Mais algumas aqui.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
À medida da moral da época
Rushdie na casa de McEwan
"Nunca me vou esquecer — na manhã seguinte acordámos cedo. Ele tinha que estar sempre a fugir. Foram tempos terríveis para ele”.
Notícia do Público