sexta-feira, 31 de julho de 2009

Casamento gay chumbado

"O Tribunal Constitucional rejeitou o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Mais de três anos depois de uma conservatória de Lisboa ter negado o casamento civil entre duas mulheres (Teresa Pires e Helena Paixão), o caso chegou à última instância judicial. (...) Dos cinco conselheiros do Tribunal Constitucional, três votaram contra o casamento de Teresa e Helena e dois votaram a favor." [Diário Económico, hoje, aqui]

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Processar homossexuais

"As análises só por si não são suficientes para garantir a 100%. Entre o momento em que se dá uma infecção e o momento em que ela é detectada, há um período de janela em que não conseguimos detectar nada. No VIH, eram 21 dias, agora são sete. Mas, mesmo com a nova tecnologia, o teste não detecta hoje uma pessoa que se infectou há uma semana. Só uma história clínica bem feita e a auto-exclusão podem ajudar. Se uma pessoa vier para ver se dá positivo, a infecção pode passar. Por isso, fico estarrecido com afirmações de líderes de movimentos activistas que vêm dizer que vão passar a esconder o facto de serem homossexuais. E ninguém se revolta? Isto é deliberadamente querer introduzir no circuito sangue contaminado. Ética, moral e criminalmente pode ser processado."

[Gabriel Olim, presidente do Instituto Português do Sangue, no jornal i de hoje, aqui]

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Novo romance de Richard Zimler

Os Anagramas de Varsóvia é o novo romance de Richard Zimler. Vai ser publicado em Setembro pela Oceanos. Segundo a editora, trata-se de um policial passado no gueto de Varsóvia e narrado por um homem que mente sobre a sua identidade.
Segue-se a Confundir a Cidade Com o Mar, livro de contos publicado em Outubro de 2008. Aqui.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

'Morrer Como Um Homem' a 18 de Setembro

O novo filme de João Pedro Rodrigues, Morrer Como Um Homem, tem estreia nacional marcada para 18 de Setembro, como filme de abertura do Queer Lisboa, festival de cinema gay e lésbico, informou hoje a organização. A estreia em sala está agendada para Outubro.
Esta imagem é também uma novidade.

A melhor cama de Lisboa

"Sou boa noutras coisas, mas não lhe posso dizer... Fui conhecida como a melhor cama de Lisboa. Já estou de barriga cheia. Agora quero é continuar a escola no porto de Lisboa, conseguir avançar para o quarto ano da especialidade. Já falei com quatro universidades. Vamos lá ver qual é que escolho. Quero fazer isto antes de morrer."

"(...) Isto é uma sociedade de preconceitos. E eu também tenho esse peso. O preconceito de ser única mulher, de ser a única mulher palhaço e de ter o único Chapitô... Quantos miúdos é que não me chegam aqui depois de terem lutado anos contra os pais para os deixarem vir para aqui? E quando os pais descobrem as suas sexualidades e querem ajustar contas com eles? Estamos cá para tomar conta dessas situações. Temos aqui filhos e netos de altos políticos, mas eu tive de lhes escrever uma carta a dizer como é. Foi para isto que fizemos a Revolução?"
[Teresa Ricou em entrevista ao Expresso, ontem]

domingo, 26 de julho de 2009

Confirma-se

Sérgio Vitorino, activista gay, em entrevista à Time Out Lisboa esta semana:
"Acho que é do interesse do Partido Socialista [que se comprometeu com a legalização do casamento, sem unanimidade interna] que se fale pouco de casamento em período eleitoral ou de outras questões da agenda LGBT. E há partidos políticos e forças conservadoras na sociedade que não vão deixar passar em branco o tema do casamento sem confronto público."

Notícia de hoje sobre o programa eleitoral do PS, no Público:
"De fora estão por enquanto questões consideradas fracturantes, como, por exemplo, o casamento entre pessoas do mesmo sexo - um assunto que José Sócrates prometeu há seis meses avançar na próxima legislatura - e o testamento vital, há dias adiado para o próximo ano.(...) O programa eleitoral do PS será apresentado na próxima quarta-feira, em mais uma sessão do Fórum Novas Fronteiras."

Polaróides rebeldes de Dash Snow

Dash Snow, fotógrafo marginal de Nova Iorque, morreu de overdose a 13 de Julho, noticiou há dois dias o Ípsilon, do Público. Dash Snow tinha 27 anos e tornou-se conhecido pelas polaróides rebeldes de sexo, droga e violência, ao estilo de Nan Goldin e Larry Clark. O New York Times escreve na notícia necrológica:
Handsome, heavily tattooed, with waist-length blond hair and a full beard, he soon became something of a downtown legend. He began taking Polaroids of the sex- and drug-fueled young bohemian circles in which he moved, recording his life and times in a style similar to that of his close friend Ryan McGinley and older artists like Nan Goldin and Larry Clark.

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