[Marinho Pinto em entrevista ao jornal i, hoje]
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Pedir uma graça a um senhor feudal
[Marinho Pinto em entrevista ao jornal i, hoje]
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
"Bruno smoking a joint"
É de Nan Goldin a fotografia do cartaz deste ano do festival Doc Lisboa. "Bruno smoking a joint (Valerie's legs)", assim se chama. Nan Goldin fez parte do júri da edição do ano passado do festival.
domingo, 27 de setembro de 2009
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Salier, de 34 anos, é realizador, designer gráfico e fotógrafo. Site oficial aqui.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Entre Quim e Ruth
Numa das fotos, aparece ao lado de Ruth Bryden uma transformista hoje conhecida como Jenny Larrue e que também entra no filme de JPR.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Mais uma foto

Nesta imagem, Rosário (Alexander David), namorado da protagonista, Tónia (Fernando Santos).
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Memória e experiência

Sente que o exercício do jornalismo é hoje mais complicado em Portugal?
É cada vez mais complicado de facto, não propriamente pelo aumento de tentativas de condicionar a boa prática jornalística, mas pelas novas formas como são feitas. Nós hoje temos uma profissionalização das fontes de informação, ou seja, muita da informação que nos chega às mãos passa por agências de comunicação que trabalham com todos os sectores: do empresarial, ao cultural, político, ambiental, enfim, há uma informação que nos chega filtrada, embrulhada num lindo pacote, sem mácula, e com um cartão que diz, ora aqui tens uma informação que é importante passar para o público porque é do interesse do público saber que existe. E não é assim, porque as agências ou os gabinetes de comunicação trabalham com profissionais de marketing, antigos jornalistas e outros que sabem exactamente como funciona a lógica das redacções. E tudo isto faz parte do xadrez em que vivemos. Por isso é que é tão importante haver nas redacções profissionais bem preparados, perspicazes, que tenham memória, e isto é de facto muito importante: memória e experiência, para que se perceba desde logo o que é do interesse de grupos particulares e o que é de interesse público. É só isso que está em causa no papel do jornalista e é para isso que o jornalista trabalha, para o público. Para uma sociedade mais informada e, portanto, com menos margem para ser manipulada.
[Clara de Sousa, no jornal i, hoje; aqui] foto não creditada no site do jornal