C. Outside Contributors
136. Our audience applies exacting standards to all of our journalism. It does not normally distinguish between the work of staff members and that of outside freelancers. Thus as far as possible, freelance contributors to the Times Company's journalism, while not its employees, should accept the same ethical standards as staff members as a condition of their assignments for us. If they violate these standards, they should be denied further assignments.
137. Before being given an assignment, freelance contributors must sign a contract with the Times Company or one of its units. Such a contract obliges them to take care to avoid conflicts of interests or the appearance of conflict. Specifically, in connection with their work for us, freelancers will not accept free transportation, free lodging, gifts, junkets, commissions or assignments from current or potential news sources. Independent broadcast producers, similarly, must comply with our ethical standards during their preparation of any news production that will bear the name of the Times Company or one of its units.
138. Assigning editors and producers who deal with nonstaff contributors should be aware that a freelancer's previous involvements and professional behavior can prove an embarrassment. They should make every effort to insure that a freelancer has no history or ties that would raise a real or apparent conflict of interest on a particular assignment.
139. The concise provisions of our freelance contracts cannot cover every circumstance that might arise. Assigning editors and producers should ensure that contributors are aware of this set of rules and to the greatest extent possible honor its provisions while on assignment for us. Any disagreement over whether a specific provision applies to outside contributors should be resolved before the assignment proceeds.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Regras para "freelancers"
Regras internas do New York Times para os colaboradores externos e jornalistas "freelance":
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jornalismo
sábado, 9 de janeiro de 2010
Eu Sou a Minha Própria Mulher
A peça Eu Sou a Minha Própria Mulher, do escritor gay Dough Wright, estreou-se esta semana no Porto e mantém-se até ao fim de Fevereiro. Miguel Carvalho escreveu sobre ela na Visão.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
a vida por uma cacha
"O jornalismo deixa-nos um pouco estropiados porque nos rouba o céu e a terra em nome de um absurdo panteísmo da linguagem. Presumimo-nos os melhores de todos e não passamos de mais um que vai ser maltratado, gasto, mordido por mil desventuras. E continuamos a dar a vida por uma cacha."
Baptista-Bastos
Baptista-Bastos
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jornalismo
sábado, 7 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Casamento sem adopção
O chamado "casamento gay" foi tema de conversa anteontem à noite, numa reunião da bancada do PS. Se dúvidas existiam, elas ficaram dissipadas: a proposta de lei que o Governo apresentará não irá admitir aos casais homossexuais o direito de adoptarem crianças porque, segundo explicou Francisco Assis, isso "não constava no programa eleitoral" dos socialistas.
[DN, hoje]
[DN, hoje]
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PS
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
"Nunca abusei de ninguém"
O apresentador de televisão Carlos Cruz reafirmou "veementemente" a sua inocência e reiterou que nunca conheceu antes do início do processo os outros arguidos e os assistentes do processo, os jovens em cujos depoimentos assentam os principais pontos da acusação.
"Nunca tive práticas homossexuais, nunca abusei de ninguém, jovem ou criança, de nenhum sexo", declarou na 8.ª Vara Criminal do Tribunal Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça de Lisboa.
[Diário de Notícias, hoje]
domingo, 1 de novembro de 2009
Homofobia
Eis a homofobia em estado puro: reaccionária, selvagem, chica-esperta, cagada.
"De acordo com o cliché, não é sério equiparar a homossexualidade ao incesto. Pergunto: porquê? No máximo, compete-me jurar que convivo bem com a existência da primeira prática e mal com a existência da segunda. Mas trata-se apenas da minha opinião, que não vale mais nem menos do que a opinião do próximo. Acima de tudo, nenhuma das opiniões tem qualquer legitimação "científica" ou racional: a regra que sobra e conta, por incómodo que pareça, é a da quantidade." [Alberto Gonçalves, DN, hoje]
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