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sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Menos arrogância

Mário Soares, em entrevista a António José Teixeira, no "Diário Económico", hoje:

"Há um mal-estar na sociedade portuguesa que não deve ser ignorado. Há que dar razões às pessoas para acreditarem no Governo. As pessoas não protestam só porque os sindicatos as empurram. Vêm para a rua porque sentem os seus postos de trabalho em causa ou porque a saúde, a educação, a justiça ou as reformas os preocupam. São problemas sérios. Chegou a hora de tranquilizar as pessoas quanto a eles."

"Quanto ao autoritarismo, houve episódios desagradáveis, que foram muito empolados, mas que devem ser evitados e corrigidos. É talvez necessário haver mais sentido de autocrítica e menos arrogância nas respostas."

"Não vejo sinais de uma cultura autoritária. Longe disso. Arrogância, sim, em certas áreas. Teóricos da Direita, esquecidos das lições do passado - e alérgicos aos partidos políticos - já se atrevem a aconselhar o Presidente da República a "preparar-se para novos governos de iniciativa presidencial". O que é isso? Esquecem-se que são os partidos que estruturam a democracia."

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Politécnico pode unir-se à Universidade de Lisboa

A Universidade de Lisboa e o Instituto Politécnico de Lisboa vão fundir-se numa só instituição dentro dos próximos dez anos, adianta hoje o "Diário Económico". (...) A proposta (...) foi já aprovada no senado da Universidade de Lisboa e no conselho geral do Instituto Politécnico de Lisboa. (fonte: Público online)

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Portugal capitulou perante o crime organizado

A propósito desta notícia do "Diário Económico", João Cravinho disse esta noite na "SIC Notícias" que o Estado português foi capturado pela corrupção e pelo crime organizado e já capitulou.
O vídeo:


quinta-feira, 7 de setembro de 2006

Refer Desmente-se

A Rede Ferroviária Nacional (Refer) voltou atrás e já não vai rescindir o contrato com o consórcio liderado pela construtora Teixeira Duarte, a quem adjudicou a reparação do túnel do Rossio, em Lisboa. A edição on-line do Diário Económico diz que a Refer vai suspender por um mês o processo de rescisão. A Teixeira Duarte diz-se satisfeita.

O ‘site’ da Refer explica que a Teixeira Duarte se pronunciou sobre a intenção de rescisão anunciada há uma semana (29 de Agosto). Perante as explicações, a Refer decidiu “suspender durante 30 dias a decisão do processo anunciado”.

A Refer, empresa pública, desmente-se.

A Teixeira Duarte não acabou as obras no prazo combinado (28 de Agosto) e pediu um adiamento até 2011. No dia seguinte a Refer anunciou a intenção de rescisão, “em nome do interesse público”, como se lê no comunicado oficial.

A gestora da rede ferroviária portuguesa dizia que a obra levada a cabo pelo consórcio liderado pela Teixeira Duarte tinha um “lamentável conjunto de incorrecções e incumprimentos”. Falava de “repetido desrespeito” do consórcio pelas ordens que lhe eram dadas e dizia que a “recorrente tentativa [do consórcio] de responsabilizar a Refer por alegada desconformidade do projecto” era “incompatível com a confiança requerida entre as partes” e “objectivamente abusivo e injustificado”.

Há uma semana havia incorrecção, incumprimento, falta de confiança e abuso. Ou não havia? E já não há? BH

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> Teixeira Duarte