sábado, 23 de fevereiro de 2013
«O dinheiro foi para algum sítio»
sábado, 8 de setembro de 2012
domingo, 2 de setembro de 2012
Nada é nada
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Profs obrigados a poupar no tipo e tamanho de letra
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
A velha
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Uniões entre humanos e extraterrestres
domingo, 30 de agosto de 2009
Dá cá o casamento gay
Viabiliza um Governo PS, nem que seja abstendo-se?
Não estamos na política para nos abster, mas para assumir toda a responsabilidade.
Com um Governo de minoria, não há espaço para acordos?
Aí, a nossa responsabilidade aumenta muito. E estamos preparados para a assumir.
No limite, pode levá-lo a entrar num Governo?
Não participamos num governo com o qual discordamos em questões estruturantes.
[Francisco Louçã em entrevista ao Expresso , ontem]
domingo, 9 de agosto de 2009
TVI e as notícias que favorecem o Governo
O Jornal Nacional da TVI é aquele que, [de] entre os espaços de informação dos canais generalistas que vão para o ar às 20h, apresenta uma maior incidência de notícias favoráveis [ao] Governo, sendo também a informação com um maior peso de notícias desfavoráveis sobre o PSD. As conclusões são do relatório de regulação de 2008 da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC). (...) "Os membros do Governo são apresentados com tom/valência mais favorável em 32,3% na TVI, 30,3% na RTP1 e 28% na SIC", lê-se no relatório ontem publicado pela ERC e que analisou 1377 peças da RTP, 1492 da SIC e 1220 emitidas pela TVI.terça-feira, 4 de agosto de 2009
Sangue contaminado matou 100 pessoas
"F. tinha 22 anos quando foi infectado com o vírus da sida. (...) Hoje, tem 45 anos e é um dos 37 sobreviventes dos 137 hemofílicos contaminados com o HIV na década de 80, depois de lhes ter sido administrado sangue em hospitais públicos. (...) Leonor Beleza, então ministra da Saúde, foi acusada de ter importado e propagado o sangue contaminado, mas afirmou-se sempre inocente e o caso prescreveu passados 18 anos."[artigo de Rosa Ramos, jornal i, hoje]
sexta-feira, 27 de março de 2009
Somos jornalistas
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
PIN
A [associação ambientalista] Almargem, na fase de maior contestação pública ao projecto, apresentou à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português, alegando a violação do direito comunitário, por poderem vir a ser afectados vários habitats protegidos naquela zona, nomeadamente à volta dos charcos na propriedade. A reclamação não teve provimento. (...) A avaliação dos estudos de impacto ambiental veio a concluir que era possível construir o campo de golfe e as moradias sem interferir com a vida natural à volta dos charcos."
Excertos da notícia "Pinhal já está a ser abatido para construir duas mil camas junto à praia Verde", por Idálio Revez, no "Público", hoje
sábado, 6 de dezembro de 2008
Dêem cá os prejuízos
(…)
O mesmo governo que faz finca-pé em exigir aos professores que se submetam a uma avaliação para progredirem na carreira por mérito, acaba de dizer que, na banca, não há lugar a avaliação nem a consequências da falta de mérito: se as coisas correrem bem, fiquem com os lucros; se correrem mal, dêem cá os prejuízos."
sábado, 15 de novembro de 2008
Uma esquerda aniquilada
"Os factos têm vindo a falar por si: ao longo dos últimos anos, as peças-chave dessa esquerda que nunca se identificou com Sócrates têm vindo a ser paulatinamente ‘aniquiladas’. Tudo começou ainda em 2004, com Vieira da Silva, braço-direito de Ferro Rodrigues, a aceitar integrar a direcção do então recém-eleito líder socialista José Sócrates. Prosseguiu com a sua inclusão (e a de Augusto Santos Silva, que apoiara Alegre no Congresso de Guimarães) no Governo; e com a chamada de Alberto Martins (outro alegrista) à liderança do grupo parlamentar. Ferro foi ‘exilado’ para a OCDE, seguiu-se-lhe João Cravinho, ‘convidado’ para um lugar na administração do Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento,
sábado, 12 de abril de 2008
Lista negra
MOTA-ENGIL
Jorge Coelho Foi ministro do Equipamento Social entre 1999 e 2001. A Mota contratou-o para presidente-executivo. Coelho é consultor da Martifer, detida em 37,5% pela Mota.
Luís Parreirão
Era o secretário de Estado das Obras Publicas de Jorge Coelho, e é o responsável pela área de concessões da Mota há 6 anos.
Luís Valente de Oliveira
É catedrático. Foi ministro várias vezes, a última no Governo de Barroso nas Obras Públicas. É administrador independente da Mota-Engil.
LUSOPONTE
Joaquim Ferreira do Amaral Foi ministro três vezes desde 1984, primeiro do Comércio e Turismo e depois das Obras Públicas. Desde 1995 passou pela Cimianto, Engil, Inapa e Galp. É presidente da Lusoponte e administrador não-executivo da Semapa.
SOCIEDADE LUSA DE NEGÓCIOS/BPN
Manuel Dias Loureiro Foi ministro dos Assuntos Parlamentares e da Administração Interna até 1995. Passou pela Jerónimo Martins, foi administrador da SNL e do BPN e presidente da Plêiade. Hoje é presidente da SPPM, empresa da SLN e da DL - Gestão e Consultoria.
IBERDROLA
Joaquim Pina Moura Foi ministro da Economia e das Finanças até 2001. Pouco depois torna-se presidente da Iberdrola Portugal, administrador da Galp e consultor do BCP. Mantém-se presidente da Iberdrola, é administrador da Neoenergia, da Eléctrica da Guatemala e é «chairman» da Media Capital.
EDP
António Mexia Foi administrador do BESI, antes de se ter tornado administrador da Transgás e presidente da Galp, Teve no Governo de Santana a pasta das Obras Públicas. É presidente da EDP.
GALP
Fernando Gomes Foi secretário de Estado de Soares, presidente da Câmara do Porto e ministro da Administração Interna de Guterres. É administrador da Galp.
SAPEC - GRUPO MELLO
Eduardo Catroga Foi ministro da Economia entre 1991 e 1995. Hoje é presidente do grupo SAPEC, administrador do Finantia e membro do conselho de supervisão da EDP.
BRISA
António Nogueira Leite Economista e secretário de Estado das Finanças de António Guterres. É administrador da Brisa, Efacec e Reditus.
EFACEC
Luís Filipe Pereira Foi secretário de Estado dos governos de Cavaco Silva e ministro da Saúde do Governo de Pedro Santana Lopes. Antes de ser ministro era responsável pela área da saúde do grupo Mello. É presidente da Efacec.
ENDESA
Nuno Ribeiro da Silva Exerceu cargos políticos entre 1985 e 1996. Foi assessor no Ambiente, secretário de Estado da Energia e deputado do PSD. Trabalhou como consultor da EDP, CP, Partex e Somague. É presidente da Endesa desde 2005.
O sector da banca é tratado noutro artigo do "Expresso". Seria cómico se não fosse trágico:
"Nomes relevantes como os dos socialistas Vítor Constâncio (BPI) e António Vitorino (Santander-Totta) e dos sociais-democratas Fernando Nogueira (BCP), Mira Amaral (BPI/CGD), Miguel Beleza (BCP), Manuela Ferreira Leite (Santander-Totta), Miguel Cadilhe (BCP), Manuel Dias Loureiro (BPN) e Carlos Tavares (CGD/BPSM/BTA) ou Bagão Félix (BCP) foram ou são ainda membros de órgãos sociais da banca privada portuguesa. (...) Há casos em que chegam mesmo a posições tão relevantes como a de presidente do maior banco privado, como aconteceu com Paulo Teixeira Pinto, ex-secretário de Estado da Presidência e porta-voz de Cavaco Silva.
(...) A CGD tem habitualmente como presidente alguém que já foi um destacado actor político: Rui Vilar (PS), João Salgueiro (PSD) e António de Sousa (PSD) são alguns dos exemplos. Na Caixa há sempre administradores que foram ministros, mais recentemente os casos mais notados foram os de Celeste Cardona (CDS-PP) e de Armando Vara (PS), hoje administrador do BCP."
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Seca
Uma pergunta sobre Alegre? Nada. Perguntas sobre a Sonangol? Várias. Introdução à pergunta sobre os projectos de arquitectura que Sócrates assinou nos anos 80 e não eram dele: "Sei que não vai gostar da pergunta, mas tenho mesmo de a fazer".
A entrevista, ontem à noite, na SIC, foi boa para ele e uma tragédia para o jornalismo.
Entrevista, na íntegra, aqui.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Caridade
Chamam-lhe programa Media Smart. Dizem (diz o Ministério, aqui) que é um programa honesto, não obrigatório e extra-curricular. Dizem que serve apenas para "desenvolver competências nas crianças para a correcta interpretação das mensagens" publicitárias.
Mas como explicar isto: é patrocinado pelas marcas Adágio, BES, Danone, EDP, Kellog’s, Lactogal, Modelo & Continente, Nestlé, Procter & Gamble e Unilever/Jerónimo Martins.
Ninguém duvida da utilidade e urgência de explicar a publicidade (a linguagem mediática, em geral) às crianças. Mas não se pode arranjar professores e não marcas para o fazer?
Se o Media Smart não tem como objectivo último fazer propaganda daquelas marcas nas escolas, porque é que elas patrocinam o programa? Por caridade?
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
O défice
sábado, 26 de janeiro de 2008
Já tardava
"Eu quero pedir aos portugueses e aos meios de comunicação social que, em vez de descredibilizarem uma instituição que custou tanto tempo a criar, ajudem a melhorar as relações entre o INEM e os bombeiros."
Correia de Campos
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Serviço de urgência quê?
Quem sabe o nome exacto dos novos serviços de urgência que ele quer abrir não sei onde? Serviço de Urgência Básico ou Serviço de Urgência Básica? O Governo alinha numa e noutra versões. Os jornais também oscilam entre o feminino e o masculino.
Qual a versão certa?

