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domingo, 4 de maio de 2008

Vidas degradantes (ou como ser toxicodependente está na moda)

Excerto da reportagem "O mundo das after hours privadas com droga ao domicílio", de Sílvia Maia, publicada pela Agência Lusa:
Catarina lembra a história de um "actor conhecido de novelas" que entrou numa after privada aos gritos: "DROOO-GA. Onde é que há DRO-GA?! QUERO DROGA". E que, de repente, caiu redondo no chão. "Apanhámos um susto. Tivemos que o levar para o hospital, mas ele acabou por ficar bem", recorda.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Mais notícias (de hoje) sobre o Acordo Ortográfico

Notícias da Lusa:
- Acordo "é estratégico" para a afirmação do português no mundo - Carlos Reis - aqui
- Opositores estão fechados em "comportamentos autistas" - Carlos Reis - aqui
- Ministro da Cultura diz que não haverá "rupturas desnecessárias" - aqui
- Divergências ortográficas "podem gerar confusões no público" - linguísta brasileiro - aqui
- Texto serve interesses geopolíticos e económicos do Brasil - Vasco Graça Moura - aqui
- "Nenhuma soberania é dona da língua", diz Adriano Moreira - aqui
- Texto devia ter contado com pareceres de linguistas - deputada socialista - aqui

Notícia do "Público":
- Exemplos da APEL com traduções diferentes no Brasil e em Portugal passam ao lado do acordo ortográfico" - aqui

sábado, 5 de abril de 2008

Noticias sobre o Acordo Ortográfico

Nos últimos dois dias, a agência Lusa publicou várias notícias sobre o novo Acordo Ortográfico. Na segunda-feira, dia 7, o assunto é debatido na Assembleia da República.

- Opositores têm posição "tacanha" - Malaca Casteleiro - aqui
- "Quem insiste em contestá-lo está com o síndroma salazarista", reitor ULP - aqui
- Acordo Ortográfico: O que muda e o que permanece - aqui
- Moçambique - ratificação ainda sem data - aqui
- Brasil - implementação deve começar em Janeiro de 2009 - aqui
- São Tomé - "Desconheço que tenha havido qualquer debate", diz Inocência Mata - aqui
- Angola - Sociedade passa ao lado, governo não definiu data para ratificação - aqui
- C. Verde: "Unidade" e "valorização" da língua portuguesa no mundo, diz ministro da Cultura - aqui
- Acordo Ortográfico: Debate no Parlamento segunda-feira - aqui
- Vasco Graça Moura afirma que "é um acto cívico batermo-nos contra" - aqui

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Pais do Amaral ao ataque

Como é que uma agência de notícias publica uma coisa destas? É pura propaganda. Pais do Amaral comprou uma data de editoras de livros, arrasou o mercado e agora publicita-se como defensor da lusofonia. Uma tristeza.
Não vale dizer que ele está a fazer o trabalho dele, porque isso só vale se o trabalho dele não for deixar os outros sem trabalho. Só na Caminho foram 35.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Lusa em inglês


A agência Lusa, cuja página na net serve para pouco mais do que ler títulos (até há uns bons meses tinha notícias na íntegra; agora não), está em versão bilingue desde há várias horas. O destaque da secção "media" está escrito em inglês e, curiosamente, não tem nada que ver com media. Na secção "Timor-Leste" está a mesma notícia, em português.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Luís Amado vai ao Parlamento explicar voos da CIA

Lisboa, 06 Fev (Lusa) - O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, vai ser ouvido no Parlamento no próximo dia 16 sobre a polémica dos voos da CIA em Portugal, disse à agência Lusa o presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Governo assina acordo jurídico com regime ditatorial

Escreve o Público online, citando a Lusa: "Os governos de Portugal e da China assinaram hoje um tratado que permitirá a extradição de arguidos e condenados. Após um encontro no Grande Palácio do Povo, em Pequim, José Sócrates e Wen Jiabao assistiram à assinatura do tratado que obriga os dois países 'a entregar à outra parte as pessoas perseguidas penalmente ou condenadas'."
Claro que "uma fonte" já disse que o tratado não se aplica a pessoas que possam estar sujeitas à pena de morte. Como se Portugal depois de entregar os cidadãos tivesse algum meio de fiscalizar as penas aplicadas num regime como o da China.