sábado, 14 de abril de 2012
"A minha caixa de madeira estava sempre aberta e nunca me faltou nada"
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Sai este mês
"Álvaro Cunhal era um pai dedicado. Os montes de neve retirados dos passeios durante os frios Invernos de Moscovo serviam para fazer a sua filha Ana, deslizar com um pequeno trenó. A alegria e o companheirismo ficavam registados em fotografias que ele próprio revelava em casa.
Estes e outros pormenores de um lado desconhecido do líder histórico do PCP são desvendados na primeira biografia de Álvaro Cunhal. Adelino Cunha traça um retrato completo do homem e do político. Da infância em Seia à entrada no PCP, do seu envolvimento na Guerra Civil de Espanha, às três detenções e à histórica fuga do Forte de Peniche, contada aqui pelos protagonistas que o acompanharam.
Numa pesquisa de mais de três anos, que levou o autor até Madrid, para falar com o histórico líder comunista espanhol Santiago Carrillo, e a Moscovo, onde reconstituiu o quotidiano de Álvaro Cunhal e recolheu documentos inéditos dos arquivos russos, o jornalista Adelino Cunha ouviu testemunhos únicos de pessoas próximas do líder, como Cândida Ventura, Sofia Ferreira, Margarida Tengarrinha, Carlos Costa, Joaquim Gomes, Aurélio Santos, a sua ex-companheira Isaura Moreira e a filha Ana Cunhal, que revelaram facetas e factos até agora pouco conhecidos da vida de Álvaro Cunhal."
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Na última semana de Maio
DN, hoje
sábado, 30 de agosto de 2008
Inédito de Cunhal a 6 de Setembro
Segundo Francisco Melo, o original “estava todo dactilografado, incluindo a assinatura”. Não está datado, mas sabe-se que foi escrito em 63, por fazer diversas referências a esse ano (a começar pela morte de Aquilino Ribeiro, ocorrida a 27 de Maio) e, sobretudo, pelo facto de o autor afirmar, no final, “Vivendo há 37 anos nas trevas fascistas,(...)”. Ou seja, 37 anos após o 28 de Maio de 1926, que instaurou a ditadura.
O prefácio de Álvaro Cunhal foi, assim, escrito durante o seu exílio, provavelmente na ex-União Soviética ou na antiga Checoslováquia. Nair Alexandra, "Expresso", hoje
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Cunhal e Oriana
O prefácio de Álvaro Cunhal, de 1963, a "Quando os Lobos Uivam", encontrado nos "papéis" do ex-líder do PCP, deveria destinar-se à publicação do romance num país socialista, mas é em Portugal que será editado 25 anos depois. O texto, "um longo estudo sobre a obra de Aquilino Ribeiro", como é descrito à Agência Lusa por Francisco Melo, da Editorial Avante!, será publicado em Setembro, numa reedição especial do romance, 50 anos depois da sua primeira publicação, em 1958.
Notícia completa aqui
"Um chapéu cheio de cerejas" é como se chama a última obra da escritora e jornalista italiana Oriana Fallaci, que será publicada a título póstumo na próxima semana em Itália. De acordo com o jornal italiano Il Messaggero, o livro é uma saga que conjuga ficção e realidade, com episódios da família de Oriana Fallaci a decorrerem em momentos decisivos da história de Itália, entre os séculos XVIII e XIX.
Notícia completa aqui
sábado, 5 de maio de 2007
Segredos de Cunhal em livro
O "Expresso" de hoje destaca o livro "Álvaro Cunhal e a Dissidência da Terceira Via", da autoria do dissidente comunista Raimundo Narciso. É publicado na próxima semana. Excerto da notícia:
O livro "Álvaro Cunhal e a Dissidência da Terceira Via" desvenda alguns dos «segredos» do PCP e em particular de Cunhal: o seu gabinete, o seu salário (igual ao da mulher da limpeza), a sua proximidade e acessibilidade formais - mas também o seu poder absoluto sobre o quotidiano do partido, desde as teses ao congresso, até à vigilância exercida sobre os suspeitos de dissidência. Nele, Raimundo Narciso relata as «conspirações» do grupo dissidente (auto-intitulado «o gabinete de crise»), encorajado pelas reformas de Gorbatchov. Primeiro na sala de convívio da sede, depois num restaurante no bairro de Alvalade, até adoptarem como «quartel-general» a residência de Pina Moura, no Restelo. José Pedro Castanheira
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
Salgalhada
Vídeo da SIC Notícias (noticiário das 23h, ontem):
