The mainstream media is leaving the public in the dark by failing to explain basic information about the news (...). Audiences are being made to feel confused and excluded by reports they do not understand, according to the paper 'Public Trust In The News' by academics from Manchester and Leeds Universities, published by the Reuters Institute for the Study of Journalism. quarta-feira, 1 de julho de 2009
Explicações
The mainstream media is leaving the public in the dark by failing to explain basic information about the news (...). Audiences are being made to feel confused and excluded by reports they do not understand, according to the paper 'Public Trust In The News' by academics from Manchester and Leeds Universities, published by the Reuters Institute for the Study of Journalism. terça-feira, 30 de junho de 2009
Os outros é que fazem
[notícia sobre o inquérito Dez Anos de Valores em Portugal, da Universidade Católica; no Público, hoje, aqui]
segunda-feira, 16 de março de 2009
O futuro pode estar nos 'freelancers'
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Figuras tristes
domingo, 3 de agosto de 2008
Onde estão as letras das canções?
Agora que a televisão tem concursos para os espectadores cantarem partes de letras de canções famosas ("Chamar a Música", do Herman José, na SIC; copiado do original americano The Singing Bee), esta notícia parece anacrónica, mas não é:
The National Year of Reading campaign questioned 4,000 people to gauge the importance of lyrics and found that 90% felt that reading the words helped them gain a full appreciation of the music. But 50% said that lyrics are less accessible than they were five years ago, with fewer CDs now carrying the words.
And when you download, there are no words. Of those surveyed, 62% said they found websites storing lyrics unreliable and often incorrect, with that figure rising to 75% among 18- to 25-year-olds. (no Guardian )
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Notas
1 - Finalmente, começaram as guerras no Conselho Regulador da ERC. No "Expresso" do dia 15, Rui Assis Ferreira e Luís Gonçalves da Silva criticam as intervenções públicas de Azeredo Lopes e Estrela Serrano. “Considero que no exercício de cargos públicos existe um dever especial de urbanidade, contenção e ponderação que lamentavelmente nem sempre tem sido cumprido”, diz Gonçalves da Silva. O Indústrias Culturais fala sobre o tema.
2 - O novo romance de António Lobo Antunes chama-se "O Meu Nome é Legião" e vai ser publicado em Outubro pela D. Quixote. O romance, diz a editora, usa linguagem de relatório policial e descreve "o quotidiano de um bando de uma zona a que o autor chama simplesmente Bairro e que pode evocar as zonas periféricas das grandes cidades".
4 - O "Sol", um ano depois: "Fomos alvo de concorrência desleal por parte de alguns títulos, cujo nome eu não gostaria de citar. Tiveram uma atitude de chantagem para com os anunciantes, em que ofereciam descontos àqueles que não colocassem anúncios no Sol", diz José António Saraiva ao DN.
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
Notas
1 - As fotografias publicadas nos diários portugueses em 2006 mostram que as pessoas sorriem cada vez menos e com menor intensidade devido ao actual contexto social. Estas foram as conclusões apresentadas na semana passada num estudo inédito, "A expressividade do sorriso: estudo de caso em jornais diários portugueses", elaborado pelo Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab) da Universidade Fernando Pessoa no Porto (UFP).
Os sorrisos mais utilizados nos diários portugueses foram o fechado e a face neutra. O primeiro, apelidado de "sorriso de Mona Lisa", expressa um pequeno movimento das comissuras labiais, enquanto no segundo, também chamado o sem sorriso, não existe movimento da face. (...)
Ao todo, 48.200 fotografias foram estudadas de acordo com a escala da "Percepção do Sorriso" criada no FEELab em 2003, retiradas dos diários portugueses PÚBLICO, 24 Horas, Jornal de Notícias, Diário de Notícias, Correio da Manhã e Diário Económico entre Janeiro a Dezembro de 2006. De fora ficaram as fotos dos desportivos e das revistas cor-de-rosa, por "não estarem perto da realidade" e não poderem ser avaliadas com exactidão.
2 - A história veio na edição de quarta-feira, dia 10, do jornal britânico The Guardian. Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa iriam estar juntos, num só livro - uma edição comemorativa dos 40 anos do romance Cem Anos de Solidão a sair no próximo mês de Março. O título falava em "sinais de degelo" numa "contenda" com três décadas. Era o anúncio do fim de uma zanga mítica que terminou com aquela que foi apelidada a mais famosa das amizades da literatura. (...)
A notícia desta suposta edição conjunta apanhou de surpresa Plínio Apuleyo de Mendonça, embaixador da Colômbia em Portugal, amigo pessoal dos dois escritores zangados e autor do livro O Aroma da Goiaba (uma conversa com García Márquez publicada em 2005 pela Dom Quixote). "Não pode ser, é impossível. Eu saberia disso se fosse verdade", declarou ao DN o homem a quem Gabo - diminutivo pelo qual o autor de Cem Anos de Solidão é conhecido entre os mais próximos - chama de a sua "memória". A novidade que Plínio Apuleyo tinha para revelar era outra. García Márquez acabava de lhe comunicar a decisão de avançar com a escrita do segundo volume de memórias Viver para Contá-la (o primeiro foi editado em 2002) para o qual conta com a colaboração do embaixador e amigo pessoal, por se tratar de um período da vida que ambos partilharam e que inclui precisamante o momento da zanga com Vargas Llosa.
3- In the summer of 2006, rumors caromed through the supermarket tabloids and the gossip blogs that major turbulence was rocking the Bush marriage, with Laura so irate over her husband's alleged tryst with Condoleezza Rice that she temporarily checked into Washington's Mayflower Hotel to cool her jets. Although Rice once Freudian-slipped in referring to President Bush as her husband, the rumors of an outright affair were unsubstantiated and soon receded into dormancy, occasionally resuscitated by that esteemed supermarket publication The Globe.