quinta-feira, 15 de julho de 2010
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
Luis Venegas
segunda-feira, 1 de março de 2010
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Contra-natura
"Será difícil para mim acreditar na tradução jurídica do casamento como motivo de felicidade imediata. Se calhar bastava contarmos o número de divórcios que existem no casamento heterossexual para pensarmos duas vezes. Acrescente-se ainda o facto de que quando dois homossexuais decidem viver juntos o que prevalece ao longo do tempo é um projecto de companheirismo mútuo e onde as questões eróticas, sexuais muitas vezes não conseguem ser formatadas e a fidelidade assegurada. Neste sentido o casamento homossexual pode ser algo contra-natura."
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O casamento muda tudo?

Diogo Infante, Ana Zanatti, Fernanda Câncio, Jorge Corrula e Alexandra Lencastre são outros do apoiantes.
O manifesto que subscrevem diz a certa altura:
"É no reconhecimento pleno da vida conjugal e familiar dos casais do mesmo sexo que se joga o respeito colectivo por todas as pessoas, independentemente da orientação sexual, e pelas famílias com mães e pais LGBT".Pergunta: se o reconhecimento das uniões de facto gay em Portugal e a lei do casamento gay em Espanha não melhoraram a forma como os gays são vistos em Portugal ou em Espanha, por que razão se acha que vai o casamento gay em Portugal mudar alguma coisa?
O recente relatório sobre homofobia na União Europeia (aqui em PDF) não consegue afirmar com certeza que a homofobia em Espanha é menor desde que o casamento gay passou a ser permitido, em 2005. Já no que diz respeito à discriminação de jovens espanhóis LGBT na escola o relatório é claro: continua a verificar-se.
Já agora: é de levar a sério este proselitismo de última hora de pessoas com poder e visibilidade que nunca se assumiram publicamente como homossexuais e ao não se assumirem têm sustentado a homofobia em Portugal?
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Un beso hasta dejar la vida
Madrid, 27 de abril de 1940.Adorada esposa: en este momento realizo mi voluntad por lo cual puedo llamarte al final de mi vida, esposa mía, y a mi niña, hija verdadera. A pesar de que los momentos no son de los más agradables, al menos me cabe la alegría de haber cumplido contigo como Dios manda. Ya, querida nenita, puedes llamarme esposo, y cuando hables a nuestra Julina de mí, le digas que su papaíto la quería mucho por ser hija tuya y por quererte como jamás quise. Tú, Julia mía, procúrate una relativa y sana felicidad. No le des a mi nena un padre que sea malo.
Ya sabes que no quiero rencores. Acepta esto con la mayor resignación y que lo consideres como un error, como lo que es. Cuando éstas recibas, ya habré dejado de existir y mi último pensamiento habrá sido para mis dos niñas inocentes y desamparadas. Ten valor, Juli, piensa en nuestra nenita.
Un beso hasta dejar la vida, para ti y la niña".
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Corpos de delito






Com a ajuda de um padre salesiano, a fotógrafa conseguiu chegar a eles. As fotos foram expostas há uns meses em Madrid e estão agora no livro "Maras: La Cultura de la Violencia", publicado este mês em Espanha.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Gamoneda recebe Prémio Cervantes
"El escritor Antonio Gamoneda analizó, en su discurso de agradecimiento del Premio Cervantes, la influencia de la pobreza en la obra de los escritores que la han padecido, y dijo que, en su caso, la falta de recursos ha condicionado su vida y su obra "más que cualquiera otra circunstancia o razón". (...) El lenguaje de quienes se han acercado al conocimiento "de forma intuitiva y solitaria" será "un lenguaje poético y semánticamente subversivo". "El sufrimiento de causa social es nuestro sufrimiento, y penetra, en modo imprevisible, nuestra conciencia lingüística", concluyó Gamoneda. Un largo y cálido aplauso refrendó las palabras del poeta.