terça-feira, 28 de maio de 2013
Co-adopção
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Profs obrigados a poupar no tipo e tamanho de letra
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Metro de Lisboa não gosta de ver homens juntos
O representante do Manhunt em Portugal, Iuri Vilar, acusa o Metro de “homofobia”. Diz que apresentou duas versões de um mesmo cartaz publicitário e ambas foram rejeitadas por alegado “teor sexual”. A transportadora justifica-se: “É opção do Metro de Lisboa não aceitar a divulgação de uma campanha publicitária sempre que se coloque a dúvida de que a mensagem possa de algum modo ferir susceptibilidades.”
O caso foi gerido pela Multimedia Outdoors Portugal (MOP), empresa privada responsável pelos múpis (Mobiliário Urbano Para Informação) existentes nas estações de Metro. “Tive uma primeira reunião com os responsáveis pela MOP há cerca de um ano e mostraram-se muito entusiasmados, não revelaram qualquer preconceito, pelo contrário, até acharam importante a divulgação desta marca”, relata Iuri Vilar. “Passaram-se vários meses, sem que eu tivesse avançado, e em Outubro finalmente comecei a tratar de tudo para colocar publicidade nas estações de metro”.
Segundo este responsável, os cartazes deveriam estar em seis estações: Cais do Sodré, Restauradores, Marquês de Pombal, Rato, Picoas e Saldanha. Um total de 15 múpis expostos durante um mês, entre Dezembro de 2011 e Janeiro. “Quando lhes enviei por mail as artes-finais [versão definitiva do cartaz], onde aparecem dois homens de tronco nu quase a beijar-se, responderam que não aceitavam.”
A Time Out viu os emails trocados entre a MOP e Iuri Vilar. “Infelizmente o Metro não aprova esta imagem, pelo que não a podemos afixar”, escreveu a MOP, a 16 de Dezembro.
O representante da rede social remeteu um novo cartaz, poucos dias depois: apareciam dois homens também, mas desta vez vestidos. “Os temas de teor sexual não estão autorizados nas redes [de múpis]. O Metro de Lisboa não autoriza a afixação”, respondeu-lhe a MOP, por mail, a 19 de Janeiro.
Através da agência de comunicação Unimagem, o Metro disse à Time Out que “a orientação vigente é a de rejeitar publicidade que não se coaduna com a imagem de um serviço público que se dirige a uma multiplicidade de clientes com sensibilidades várias”. A Time Out quis saber quais as cláusulas do acordo entre a MOP e o Metro, mas ficou sem resposta.
No “Código de Ética e de Conduta”, publicado no site oficial, o Metro diz ter como “princípios estruturantes da sua actividade”, entre outros, a “erradicação de todas as práticas discriminatórias” e a “lealdade, justiça e equidade”.
sábado, 11 de junho de 2011
Equipa de "comunicação"
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Lincoln, Washington, Hoover
sábado, 14 de agosto de 2010
"Aquela coisa"
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
"Isto é censura!"
"Se tinham os livros, porque é que não os punham nas livrarias? Se havia pessoas a querer comprar, porque diziam que estava esgotado? Não queriam que o livro estivesse à venda! Isto é censura! Faz lembrar os tempos de antes do 25 abril. Censura a um autor, não é sequer a um livro."sexta-feira, 9 de outubro de 2009
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Não há provas suficientes
A resolução resulta de um estudo recente da AAP que concluiu "não haver provas suficientes que suportem a intervenção psicológica com vista à alteração de orientação sexual" ("There is insufficient evidence to support the use of psychological interventions to change sexual orientation.").
Ainda assim, é feita a ressalva: "Os métodos utilizados em investigações recentes não são adequados para determinar a validade das chamadas Tentativas de Mudança da Orientação Sexual [Sexual Orientation Change Efforts - SOCE] ("Recent research studies do not provide evidence of sexual orientation change as the research methods are inadequate to determine the effectiveness of these interventions").
Note-se o rigor: "Não há provas suficientes"; "os métodos não são adequados para determinar". Aqui.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Sangue contaminado matou 100 pessoas
"F. tinha 22 anos quando foi infectado com o vírus da sida. (...) Hoje, tem 45 anos e é um dos 37 sobreviventes dos 137 hemofílicos contaminados com o HIV na década de 80, depois de lhes ter sido administrado sangue em hospitais públicos. (...) Leonor Beleza, então ministra da Saúde, foi acusada de ter importado e propagado o sangue contaminado, mas afirmou-se sempre inocente e o caso prescreveu passados 18 anos."[artigo de Rosa Ramos, jornal i, hoje]
sábado, 1 de agosto de 2009
Teresa Ricou e as antigas boémias
Acontece que, no gravador, as palavras misturam-se e perde-se o sentido.
Só assim posso compreender que venha no texto do Actual uma caixa realçando uma frase sobre a minha vida íntima, simples nota de rodapé de antigas boémias, mas em nada relevante para a descrição deste projecto em movimento, agora premiado pela Gulbenkian."
[carta de Teresa Ricou, no Expresso, hoje, a propósito disto]
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Processar homossexuais
"As análises só por si não são suficientes para garantir a 100%. Entre o momento em que se dá uma infecção e o momento em que ela é detectada, há um período de janela em que não conseguimos detectar nada. No VIH, eram 21 dias, agora são sete. Mas, mesmo com a nova tecnologia, o teste não detecta hoje uma pessoa que se infectou há uma semana. Só uma história clínica bem feita e a auto-exclusão podem ajudar. Se uma pessoa vier para ver se dá positivo, a infecção pode passar. Por isso, fico estarrecido com afirmações de líderes de movimentos activistas que vêm dizer que vão passar a esconder o facto de serem homossexuais. E ninguém se revolta? Isto é deliberadamente querer introduzir no circuito sangue contaminado. Ética, moral e criminalmente pode ser processado."
[Gabriel Olim, presidente do Instituto Português do Sangue, no jornal i de hoje, aqui]
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